Polêmica marca o Gre-Nal 447; Grêmio se lamenta por erros de arbitragem
O clássico Gre-Nal 447, realizado na noite deste sábado (19) pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, teve como pano de fundo uma controversa decisão de arbitragem. Na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, o empate em 1 a 1 entre Grêmio e Internacional foi ofuscado por uma falta não marcada aos 39 minutos do segundo tempo. O jogador Aravena, do Grêmio, foi derrubado na entrada da área por Aguirre, do Internacional, e após consulta ao VAR, o árbitro Bráulio Machado optou por não marcar a penalidade.
A insatisfação da equipe gremista foi evidente tanto durante a partida quanto após o término. O vice-presidente de futebol do Grêmio, Guto Peixoto, expressou sua indignação ao tentar confrontar o árbitro. No percurso para o vestiário, o dirigente proferiu gritos de "vergonha", demonstrando o descontentamento em relação ao desempenho do juiz.
Jogadores do Grêmio, como o zagueiro Kannemann, também manifestaram desgosto com a atuação da arbitragem. "Hoje o jogador chega uma hora tarde. O nosso jogador já ganhou a posição. Aí para marcar pênalti contra nós é rapidinho", disparou, visivelmente irritado, antes de dar um tapa na porta do vestiário.
O goleiro Tiago Volpi complementou a crítica afirmando que o Grêmio não enfrenta apenas o adversário, mas também "outras situações adversas". Ele ressaltou: "São jogadas muito claras. Dentro de campo ficamos com impotência, porque parece que as situações não são iguais para os dois lados".
Com esse resultado, o Grêmio soma quatro jogos consecutivos sem vitória no Campeonato Brasileiro, ocupando a 16ª posição na tabela e próxima à zona de rebaixamento.
(Foto: Nícolas Wagner/Lance!)
‘Vergonha’: Grêmio esbraveja contra arbitragem após empate no Gre-Nal 447
Em Resumo
“Após o empate no Gre-Nal 447, o Grêmio manifestou sua insatisfação com a arbitragem, chamando a situação de ‘vergonha’. A equipe expressou que decisões controversas comprometeram o resultado da partida, gerando revolta entre jogadores e torcedores. A contestação serviu como um alerta sobre a importância de um árbitro imparcial e do impacto que erros de julgamento podem ter em competições decisivas.”
Fonte: Lance