Setembro é um mês de conscientização sobre a prevenção ao suicídio, e em Anchieta, o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) se destaca como um espaço de cuidado e acolhimento para aqueles que enfrentam sofrimento psíquico. A coordenadora do CAPS, Eliane Andrade, ressalta que “mais do que um serviço de saúde, o CAPS é um lugar onde cada história é valorizada e cada pessoa encontra apoio”.
O CAPS oferece acompanhamento contínuo, visando a reinserção social e o fortalecimento dos laços familiares, além de ajudar na construção de novas perspectivas de vida. O serviço é essencial para aqueles que buscam ajuda, pois “aqui ninguém está sozinho”, enfatiza Andrade, afirmando que o tratamento vai além da clínica, resgatando a autoestima e a esperança dos usuários.
Este espaço acolhe pessoas com transtornos mentais moderados e graves e casos de dependência química, podendo ser acessado espontaneamente em situações envolvendo substâncias como álcool e drogas, ou por encaminhamento das equipes de Saúde da Família. Com uma equipe multiprofissional composta por psicólogos, médicos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, educadores físicos, farmacêuticos, assistentes sociais, entre outros, o CAPS constrói uma rede de cuidados integrada.
Além de consultas, o serviço promove oficinas terapêuticas, atividades físicas, grupos de autocuidado, artesanato, pintura, visitas domiciliares e grupos de prevenção à recaída. O CAPS funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h, na Rua dos Delfins, no bairro Guanabara. Durante o Setembro Amarelo, a mensagem é clara: falar pode salvar vidas, e em Anchieta, o CAPS está de portas abertas para atender aqueles que precisam.
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